eu...e mai nada!

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segunda-feira, maio 21, 2012

Aos Meus Amigos


AOS MEUS AMIGOS

Este é, sem sombra de dúvida, o texto que mais tive dificuldade em escrever. Talvez porque não é fácil ser aberta relativamente a certos temas, talvez porque é difícil pedir desculpa, seja em que circunstância for, talvez porque é preciso termos consciência daquilo que somos, para sabermos do que precisamos.
Eu sou, sem sombra de dúvida, uma pessoa que precisa de estar rodeado de poucos, mas rodeada daqueles que não precisam de dizer o quer que seja para sabermos o que pensam. Amigos que não nos pedem nada em troca. Amigos a quem não precisamos pedir desculpa. Amigos com os quais podemos simplesmente ficar em silêncio. Amigos que estou a deixar escapar da minha existência... Por minha culpa? Sem sombra de dúvida.
Mas por este lado, a coisa não tem sido nada fácil... Vários anos em trabalho temporário, sem hipótese de ter grandes férias. Mas antes, trabalho atrás de balcões, a aturar <> muito estúpida, que não nutria qualquer vislumbro de respeito pela pessoa que a estava a atender (sem qualquer desprimor para quem o faz, mas eu realmente não tinha vocação/pachorra para tanta falta de respeito!). Vá lá que no meio disto tudo, nunca a minha família mais directa me largou, nunca a minha família mais directa se desinteressou aqui pela minha pessoa, nunca a minha família mais directa me disse que eu não era importante. Verdade seja dita, com eles posso sempre contar mas, lá diz a sabedoria popular “os amigos são a família que escolhemos”. E aqueles que escolhi para fazerem parte da minha vida estão, aos poucos, a deixar de fazer parte dela. A única coisa que vos peço é que tenham paciência. Agora que a minha vida profissional está FINALMENTE a estabilizar, talvez já vos possa receber de novo na minha vida. Não posso, de modo algum, recuperar o que já deixei passar, mas posso sempre construir novas bases para o futuro (i)mediato. Vou precisar do vosso apoio para os meus próximos desafios... Kisses e desculpem este meu desabafo. Sei que estão habituados a uma Vanessa forte, risonha e sempre bem disposta, mas quem me conhece sabe que sou como uma barragem: vou enchendo, enchendo, enchendo, até que chega o momento em que a barragem tem que abrir as suas comportas e deixar tudo fluir. Eu estou nesse momento...

sexta-feira, novembro 25, 2011

À hora de almoço (eu disse que estava inspirada)

É certo e sabido que é à hora de almoço que surgem as melhores fofocas... É certo e sabido que é à hora de almoço que se descobrem certos, digamos, "pormenores" de linguística empregues por certas pessoas.
O que muitos não sabem é que, mesmo com "canudos" - dizem que é sinónimo de conhecimento, inteligência e agilidade mental-, certos indivíduos decidem dar tantas marteladas na nossa língua mãe, que a pobre coitada fica em coma profundo, ligada ao ventilador e sem grandes esperanças de ressuscitar.
Citemos alguns exemplos: 
Palavra treuze - por certo que há pessoas que pronunciam treuze... desculpem-me as mentes mais inquietas, mas isto é daquelas coisas que me faz arrepiar a espinha duma maneira que não há memória... É quase tão mau como aquele barulhinho enervantemente repetitivo do clip clip do alicate das unhacas, que muito boa gente insiste em anexar ao molho de chaves... De louvar quem se apercebe dessa machadada e tenta corrigir a tempo, antes de mandar o nosso português pela ribanceira abaixo.
Hás-de ou há-des: nem sei que comentário tecer acerca desta calinada... só sei que a forma verbal  está ligada à 3ª pessoa do singular.. ora, se numa frase referimo-nos a tu (2ª pessoa), qual é a dúvida? Desconheço!
Sófá: é certo que a nossa língua é perita em dar acentuação em letras que não envergam nenhum acento. Mas dizerem "sófá"??? Caramba senhores leitores, deveriam ser acusados de assassinato em primeiríssimo grau! Sem hipótese de absolvição! Ou então a pessoa anda a comer sopa de letras desde há três quinze dias e regorgita acentos e letras por tudo quanto é poro! Só pode! 
Veres/vires: eu não digo que os almoços servem para pôr a nú certas situações das quais não sou conhecedora?! Desde quando é que se veres é uma conjugação aceite de duas palavras?! se vieres ou se viresainda vá que não vá, pressupõem condições e consequência... Agora, se veres? Ele ainda existem pormenores que me deixam abismada, perante tamanha ignorância.
Existem muitas mais pérolas sobre as quais poderia escrevinhar mas, por ora, deixo-vos com estes mimos...

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quarta-feira, março 30, 2011

Les croniques de Jurema

Mais um dia de trabalho… Vista para o pátio da Xulófona, em frente ao écrã do Mac no trabalho… E para não variar, há que marcar o ponto com a progenitora. Começar a jornada e falhar logo no ponto fulcral não é admissível!
Continuemos com aquilo que realmente me traz aqui. É normal que eu troque emails com a minha irmã – até aqui nada de estranho. Mas o que não é normal é, uns dias antes, eu ter epifanias (os tais ah ah moments que de tanto a Oprah fala) na fila para a caixa do supermercado. Já nem me recordo bem sobre que versava a iluminação, mas só poderá estar relacionado com a triste nova campanha do Pingo Doce – a do frango, o único com cocorocó. E perguntam vocês, desconhecedores de uma noção básica da vida: o que quer dizer cocorocó? Cocorocó quer dizer frango de verdade! Nada daqueles bonecos de borracha que se compram nas lojas com artigos para animais. Nada disso! Nada de Juremas que ficam “enforcadas” num qualquer candeeiro de tecto, made in Taiwan.
Ou será que o âmago do episódio se debruçava no facto dos DIAMANTES estarem de volta???? É ISSO! DIAMANTES E BOLITAS DE LARANJA! Melhor dizendo, aroma de laranja... Enfim, verdade seja dita. O mundo perdeu os contornos, naquele instante em que eu e o pacote de Diamantes trocámos olhares. Naquele instante, aquela prateleira estava iluminada por uma qualquer luz (perdoem-me a redundância) divina, arriscava mesmo dizer como que sublimada por um foco de luz de néon apontada a um cartaz de um remake dum qualquer blockbuster. Quem fez parte das décadas de 80 e 90 por certo se relembra destes pequenos tesouros gastronómicos. E grito TESOUROS a plenos pulmões! Diamantes, caramelos Penha (aqueles que quando desembrulhávamos, vinham com metade do papel que os envolvia) e rebuçados da Heller com recheio de mel! BENDITOS SEJAM OS VISIONÁRIOS DA HELLER QUE, UM DIA, DECIDIRAM DAR INÍCIO AO PROCESSO DE FABRICO DESTES MARCOS!!! Para quando o seu devido reconhecido, a sua elevação a Comendadores da Ordem de Sua Santidade a Cárie Dentária?!
E continuo com a minha indignação! Os visionários da Heller não têm o devido reconhecimento! Nem estabeleceram parcerias (se bem me lembro). Por culpa de quem? De ambas as partes, é certo. Porque nunca ninguém se deu ao trabalho de explorar este nicho de mercado a fundo. Sim, existiram breves soslaios, mas nada que desse matéria suficiente para abertura de um Telejornal ou para notícia de 1ª Página!... Há uma parceria que poderá ser reavivada. Vejamos a situação a fundo: a Heller é fabricante de doces, logo, causadora de cáries. Os dentistas tratam de cáries, mas para isso precisam de massa para tapar o buraco. Caríssimos, aqui está o nicho de mercado: a Heller fornece as cáries, os dentistas a mão-de-obra para tratar das cáries e a Cimpor a massa para tapar as ditas! It’s a win-win-win situation, além de que estaríamos a ajudar a população trabalhadora. Haverá melhor maneira de fomentar a Economia Nacional em momento de crise?...

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segunda-feira, julho 05, 2010

...

Tal como a bruxa no filme «Wizard of Oz», com Judy Garland: I'M MEEEEEEEEEEEELTING!!! I'M MEEEEEEEEEEEELTING!!! I'M MEEEEEEEEEEEELTING!!! I'M MEEEEEEEEEEEELTING!!! I'M MEEEEEEEEEEEELTING!!! I'M MEEEEEEEEEEEELTING!!! I'M MEEEEEEEEEEEELTING!!! I'M MEEEEEEEEEEEELTING!!!.....

sábado, dezembro 12, 2009

Pág. 37

Ora pois que cá estamos nós, as formandas do curso de Secretariado de Direcção, para mais uma maratona de sabedoria. Mais um sábado das nossas pacatas vidinhas, preenchido com a mais pura das sabedorias. Enfim, diga-se de passagem que ninguém nos obriga a estarmos aqui, mas sendo sincera, entre estar numa aula sem vidros duplos, sem computadores que funcionam, sem monitores desligados pela Telma, e estar em casa, em cima de um colchão confortável, com um edredon quentinho e fofozinho e um gatito para me aquecer os presuntos... hum, decisions, decisions...
Bom, para não me desviar ainda mais do que me trouxe aqui agora, vamos passar directamente à crónica da afamada página 37. Num dos outros sábados, estavam as formandas numa troca e absorção de conhecimentos no módulo de Gestão Documental. Estava a formadora a trocar os slides na sua apresentação em Power point, algures no seu laptop (fica sempre fashion um estrangeirismo aqui pelo meio)... Para se situarem, estavamos na pág. 28 ou parecida. Escusado será dizer que a matéria tem a sua sequência, o seu encadeamento. Ora, se um dado assunto está encadeado, o que está mais à frente, está muuuuuuito depois do que estamos a tratar actualmente.
Eis que, se não quando, uma alminha "pensadora" sugere irmos para a página 37, para visualizarmos algo que em nada se relacionava com o assunto que estavamos a tratar...
Bem sei que devemos ser participativas, mostrar que estamos a perceber a matéria, mas... uma coisa é, lá está, sermos participativas, outra é sermos seres de outro planeta que aterraram aqui na Terra vá-se lá saber porquê.

Como diria a Dona Milú (novela Tieta do Agreste para quem se lembra) - "Mistééééééério..."

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domingo, novembro 08, 2009

Desabafo

Perdoem-me este desabafo... Não sou muito de pôr a nú certas coisas da minha vida. Mas neste momento, além da fantástica família que tenho, este cantinho tornou-se o meu cantinho do desabafo, onde ninguém me julga, onde ninguém espera que eu dê mais do que aquilo que posso/tenho.
Aqui sou eu, sem máscaras, sem pudores, sem querer ultrapassar as expectativas que alguém, num momento que não este, decidiu plantar na minha pessoa...
Sim, estou egocêntrica, focada em mim, só em mim, e em mais ninguém senão em mim. Bolas, eu mereço. Lá diz o leite matinal (embora eu não beba leite): «se eu não gostar de mim, quem gostará?»...
Ultimamente, e desde que tive a confirmação que o meu contrato de trabalho não irá ser renovado, tenho-me sentido dominada por uma onda de... sei lá... tristeza, indiferença, como se nada do que eu tenho vindo a fazer nestes passados 3 anos de trabalho tivesse contado seja para o que for. Várias foram as vezes que saí fora da minha hora, não foram assim tão poucas as vezes que deixei a minha hora de almoço a metade... e tudo isto para quê? Para ter uma «morte anunciada»... E não me venham dizer que não há lugar para mim, que não há condições, que estamos numa fase de transição, que isto, que aquilo, que aquele outro... BULLSHIT!!!! É isso que tenho a dizer!
Não gosto nada de estar a puxar dos galões, mas.. Licenciatura para quê? Pós-Graduação para quê? Há dias em que penso que (e perdoem-me os olhos mais susceptíveis) foi tudo uma perda de tempo. Tanto investimento na minha formação para quê?.... Para pressentir sempre o mesmo: «ah, ela tem qualificações a mais...» «ah, ela vai exigir rios e rios de remuneração...» «ah isto, ah aquilo...» O pior é que nem sequer me dão a oportunidade de dizer o que quer que seja...

Eu não mordo. Juro que não mordo. Já estou mais que vacinada.....

Tonixa La Rua: profissão: Entrevistada!

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Oração ao São Ipod

São IPod que estais nos meus ouvidos,
Santificada seja a vossa bateria,
Venha a mim a vossa música,
Sejam alimentados os vossos gigas,
assim no PC como na corrente de terra,
Os décibeis nossos de cada dia nos sejam imputados hoje,
Perdoai os meus encontrões,
assim como eu perdoo as Tuas interferências
directamente nos meus tímpanos.
Não nos deixais cair em canção pimba
E livrai-nos dos Ídolos.
Amén!

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terça-feira, julho 07, 2009

Não bebemos champagne em garrafas de plástico

É verdade. Disse o prof agora mesmo na aula, num fantástico bailado de conhecimentos incomensuráveis de Estratégia. Não bebemos champagne em garrafas de plástico. Desculpem lá as mentes mais sensíveis, mas é a mesma coisa que dizer que não há grãos de café. Não bata a bota com a perdigota.
Bom, voltando aos meus devaneios do tempo presente. Acho que estas noções que o prof. está a tentar incutir nas nossas mentes, assoberbadas de outros assuntos em nada relacionáveis com a actualidade estudantil do agora, devem estar em conluio com o filtro V. Sim, porque qualquer empresa, analisada de uma forma transversal, deve estar munida de uma estratégia empresarial à prova de bala, se não quer cair em suicídio colectivo. Bem, já cobrimos estratégica humana, devemos estar quase a atingir o patamar da estratégia militar (embora o mestre seja químico de formação). Se calhar foi por isso que ele agora falou dos perfumes e do ppm... Estou a fazer algum sentido até agora? Não, pois não? Espero estar a conseguir transmitir a forma como a maioria dos pupilos do senhor professor se está a sentir neste exacto momento. Está tudo a apanhar bonecos do ar... Em bom português vernáculo, tá tudo a anhar ou a apanhar gambuzinos com pauzinhos do restaurante chinês. Enfim, no comments.
Se alguém me conseguir dizer de que forma é que a história da formação da União Europeia está relacionada com noções de Management Estratégico, é favor deixar comment aqui neste singelo e humilde post. Os serviços de tradução on-line de Tonixa La Rua agradecem desde já o vosso singelo e sincero contributo.

(Uma coisa que não tem a ver com isto: será que o prof é mestre no Magic the Gathering ou no Dungeons and Dragons?....Lá estratega é ele! Mas é da almofada! Da maneira que estamos quase todos a procurar por fugas de luz por entre as pálpebras...)

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